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	<title>Cripto &amp; Futuro</title>
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		<title>Cripto: OpenPayd Conquista Licença MiCA na Europa</title>
		<link>https://granabit.com.br/cripto-openpayd-conquista-licenca-mica-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:28:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[A OpenPayd, provedora de infraestrutura financeira, garantiu a tão cobiçada autorização sob o Regulamento de Mercados de Criptoativos (MiCA) da União Europeia, posicionando-se para expandir seus serviços de ativos digitais por todo o Espaço Econômico Europeu (EEE). O aval permite à empresa oferecer uma gama completa de operações, incluindo a conversão de moedas fiduciárias para ... <a title="Cripto: OpenPayd Conquista Licença MiCA na Europa" class="read-more" href="https://granabit.com.br/cripto-openpayd-conquista-licenca-mica-na-europa/" aria-label="Read more about Cripto: OpenPayd Conquista Licença MiCA na Europa">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A OpenPayd, provedora de infraestrutura financeira, garantiu a tão cobiçada autorização sob o Regulamento de Mercados de Criptoativos (MiCA) da União Europeia, posicionando-se para expandir seus serviços de ativos digitais por todo o Espaço Econômico Europeu (EEE). O aval permite à empresa oferecer uma gama completa de operações, incluindo a conversão de moedas fiduciárias para <em>stablecoins</em> e vice-versa, aproveitando o &#8220;passaporte&#8221; regulatório que facilita a atuação em múltiplos países do bloco.</strong></p>
<p>A licença, emitida pela Autoridade de Serviços Financeiros de Malta (MFSA), é um passo estratégico para a OpenPayd, que agora pode atuar como um Prestador de Serviços de Criptoativos (CASP). Segundo Iana Dimitrova, CEO da OpenPayd, as <em>stablecoins</em> estão se tornando rapidamente parte da infraestrutura financeira convencional, e o MiCA “dá maior confiança às empresas para usar a tecnologia de ativos digitais em pagamentos, operações de tesouraria e crescimento”.</p>
<p>A aprovação chega dias antes do prazo de transição do MiCA, em 1º de julho, evidenciando uma corrida entre as empresas de criptoativos para se adequarem às novas regras do bloco. Recentemente, a Bitcoin Suisse obteve sua licença MiCA em Liechtenstein, e a Ripple anunciou uma aprovação preliminar de CASP em Luxemburgo, seguindo os passos de outras grandes como OKX e Gemini, que também já foram licenciadas pela MFSA.</p>
<h2>Entenda o movimento</h2>
<ul>
<li>
        <strong>Caminho para a conformidade:</strong> A OpenPayd assegurou a licença MiCA, o que a habilita a operar legalmente como Prestadora de Serviços de Criptoativos (CASP) em todo o Espaço Econômico Europeu (EEE) através do mecanismo de &#8220;passaporte&#8221; regulatório. Isso significa que, com uma única licença emitida em Malta, a empresa pode expandir suas operações para outros países da UE.
    </li>
<li>
        <strong>Impacto no mercado:</strong> A aprovação do MiCA é crucial para a legitimação e a adoção de <em>stablecoins</em> (criptomoedas com valor atrelado a ativos estáveis) e outros ativos digitais no sistema financeiro tradicional. A CEO da OpenPayd ressaltou que o MiCA aumenta a confiança das empresas para incorporar a tecnologia de ativos digitais em suas operações de pagamento e tesouraria, impulsionando a inovação e o crescimento no setor.
    </li>
<li>
        <strong>Concorrência e expansão:</strong> A notícia se insere em um contexto de intensa busca por conformidade regulatória. Grandes nomes do mercado, como OKX, Gemini, Bitcoin Suisse e Ripple, também estão correndo para garantir suas licenças MiCA antes do prazo final de 1º de julho. A OpenPayd, que já processa mais de R$ 1,2 trilhão (US$ 240 bilhões) em volume anual para mais de 1.100 clientes globais, incluindo Kraken e eToro, solidifica sua posição como um player relevante, oferecendo uma plataforma unificada para gerenciar moedas fiduciárias e ativos digitais.</li>
</ul>
<p>Fundada em Londres em 2018 por Ozan Ozerk, um empreendedor fintech que também fundou o European Merchant Bank, a OpenPayd não mira apenas o mercado europeu. A empresa está em processo de fusão com a Titan Acquisition Corp, uma empresa de aquisição de propósito específico (SPAC), com o objetivo de abrir capital na Nasdaq. A transação, avaliada em cerca de R$ 5,5 bilhões (US$ 1,1 bilhão), se aprovada pelos acionistas e órgãos reguladores, pode levar suas ações a serem negociadas sob o código “OP”, com expectativa de conclusão no quarto trimestre de 2026. Este movimento sublinha a ambição da OpenPayd de se consolidar como uma gigante global na infraestrutura de ativos digitais, em um momento de crescente clareza regulatória no setor.</p>
<p><strong>Hashtags:</strong> #OpenPayd #Secures #MiCA #License #Crypto #Services #Europe #GranaBit #Cripto #Bitcoin #Blockchain #Web3</p>
<hr>
<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/openpayd-mica-license-stablecoin-adoption-europe?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercados Preditivos: Kalshi adiciona Índia à lista de restrições</title>
		<link>https://granabit.com.br/mercados-preditivos-kalshi-adiciona-india-a-lista-de-restricoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[A plataforma de mercados de previsão Kalshi adicionou a Índia à sua lista de jurisdições restritas, elevando para 55 o número total de países onde residentes são impedidos de acessar o serviço. A medida reflete uma escalada na pressão regulatória global contra esses mercados, que lidam com apostas em eventos futuros como resultados políticos e ... <a title="Mercados Preditivos: Kalshi adiciona Índia à lista de restrições" class="read-more" href="https://granabit.com.br/mercados-preditivos-kalshi-adiciona-india-a-lista-de-restricoes/" aria-label="Read more about Mercados Preditivos: Kalshi adiciona Índia à lista de restrições">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A plataforma de mercados de previsão Kalshi adicionou a Índia à sua lista de jurisdições restritas, elevando para 55 o número total de países onde residentes são impedidos de acessar o serviço. A medida reflete uma escalada na pressão regulatória global contra esses mercados, que lidam com apostas em eventos futuros como resultados políticos e esportivos.</strong></p>
<p>A atualização do documento de acordo dos membros da Kalshi, divulgada na quarta-feira (29), posiciona a Índia ao lado de outras nações que têm endurecido sua postura contra plataformas de mercado de previsão. Em abril, o Ministério de Eletrônica e Tecnologia da Informação indiano já havia alertado provedores de redes privadas virtuais (VPNs) para que parassem de facilitar o acesso a &#8220;plataformas de apostas e mercados de previsão online ilegais e bloqueadas&#8221;.</p>
<p>Este movimento da Índia é parte de uma tendência mais ampla de escrutínio regulatório. Em maio, autoridades espanholas bloquearam o acesso a plataformas como Polymarket e Kalshi, citando leis locais sobre jogos de azar. Similarmente, a Indonésia agiu para bloquear o Polymarket após a plataforma listar contratos sobre a possível saída do presidente Prabowo Subianto antes do fim de seu mandato. Outros países, incluindo Singapura, Polônia, Portugal, Hungria, Ucrânia e o próprio Brasil, também já bloquearam ou proibiram plataformas de mercado de previsão, como Kalshi e Polymarket, em diferentes momentos.</p>
<h2>Entenda o movimento</h2>
<ul>
<li><strong>Crescente Repressão Regulatória:</strong> A adição da Índia à lista de restrições da Kalshi é um sintoma da crescente preocupação global com os mercados de previsão, frequentemente comparados a jogos de azar ou acusados de potenciais riscos de manipulação.</li>
<li><strong>Foco em Contratos Políticos e Esportivos:</strong> O aumento do escrutínio regulatório é impulsionado, em grande parte, pelos contratos relacionados a eventos políticos e apostas esportivas. Nos Estados Unidos, legisladores propuseram, em janeiro, restrições à negociação em mercados de previsão políticos por funcionários do governo, após um usuário do Polymarket lucrar mais de R$ 2 milhões (US$ 400 mil) em um contrato sobre a destituição do então presidente venezuelano Nicolás Maduro, levantando suspeitas de uso de informações privilegiadas.</li>
<li><strong>Ações Legais Recentes:</strong> O estado de Kentucky foi o mais recente a processar cinco plataformas de mercado de previsão, incluindo Kalshi e Polymarket, sob a acusação de operarem &#8220;plataformas de apostas esportivas e jogos de azar não licenciadas e ilegais&#8221;.</li>
</ul>
<p>Kalshi e Polymarket figuram entre as maiores plataformas de mercados de previsão, com volumes de negociação semanais de R$ 18,5 bilhões (US$ 3,7 bilhões) e R$ 16 bilhões (US$ 3,2 bilhões), respectivamente. As apostas esportivas representam a maior categoria em ambas as plataformas, com um volume diário de R$ 1,64 bilhões (US$ 328 milhões) para Kalshi e R$ 980 milhões (US$ 196 milhões) para Polymarket, segundo dados da Defirate. Esse volume substancial e a natureza dos eventos negociados continuam a colocar os mercados de previsão no centro de um debate regulatório global complexo e multifacetado.</p>
<p><strong>Hashtags:</strong> #Kalshi #Adds #India #Growing #List #Restricted #Jurisdictions #GranaBit #Cripto #Bitcoin #Blockchain #Web3</p>
<hr>
<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/kalshi-adds-india-restricted-jurisdictions?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crypto: Primárias NY, MD, UT com Dinheiro PAC Cripto</title>
		<link>https://granabit.com.br/crypto-primarias-ny-md-ut-com-dinheiro-pac-cripto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Comitês de Ação Política (PACs) — grupos que arrecadam fundos para campanhas eleitorais — apoiados por empresas de criptomoedas e grupos de interesse alinhados, direcionaram mais de R$ 40 milhões (US$ 8 milhões) para financiar candidatos nas primárias de terça-feira em três estados dos Estados Unidos. O objetivo é claro: moldar a composição do Congresso ... <a title="Crypto: Primárias NY, MD, UT com Dinheiro PAC Cripto" class="read-more" href="https://granabit.com.br/crypto-primarias-ny-md-ut-com-dinheiro-pac-cripto/" aria-label="Read more about Crypto: Primárias NY, MD, UT com Dinheiro PAC Cripto">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Comitês de Ação Política (PACs) — grupos que arrecadam fundos para campanhas eleitorais — apoiados por empresas de criptomoedas e grupos de interesse alinhados, direcionaram mais de R$ 40 milhões (US$ 8 milhões) para financiar candidatos nas primárias de terça-feira em três estados dos Estados Unidos. O objetivo é claro: moldar a composição do Congresso americano até 2027.</strong></p>
<p>O investimento massivo tem como foco principal o fortalecimento de legisladores favoráveis ao setor de ativos digitais. Dentre os principais agentes, destaca-se o Protect Progress PAC, um braço do Fairshake com foco em candidatos Democratas. Este comitê reportou gastos expressivos, como mais de R$ 2,58 milhões (US$ 516 mil) em mídia para April McClain Delaney, que disputa o 6º distrito congressional de Maryland.</p>
<p>No entanto, grande parte da atenção do Protect Progress se concentrou em duas disputas cruciais: uma no 5º distrito congressional de Maryland, onde aplicou mais de R$ 27,5 milhões (US$ 5,5 milhões) para Adrian Boafo, e outra no 15º distrito de Nova York, com R$ 7 milhões (US$ 1,4 milhão) em apoio a Ritchie Torres.</p>
<p>Os registros da Comissão Eleitoral Federal (FEC) revelam que o Protect Progress também desembolsou cerca de R$ 120 mil (US$ 24 mil) em anúncios contrários a Quincy Bareebe e R$ 370 mil (US$ 74 mil) em mídia contra Harry Dunn, ambos oponentes de Boafo no 5º distrito de Maryland. Essa intervenção gerou forte reação dos rivais. Em 15 de junho, Dunn, Bareebe e Rushern Baker, outro candidato na mesma primária, divulgaram uma declaração conjunta criticando a “influência de dinheiro obscuro e interesses especiais” na corrida eleitoral.</p>
<blockquote><p>“Estamos pedindo ao Governador Moore, à Senadora Alsobrooks e ao Congressista Hoyer que respondam diretamente: Vocês apoiam quase R$ 40 milhões (US$ 8 milhões) em gastos externos de bilionários de cripto e do AIPAC em uma primária democrata em Maryland? Se não, eles deveriam dizer publicamente e pedir a Adrian Boafo que o rejeite.”</p></blockquote>
<p>Outro braço do Fairshake, o Defend American Jobs, registrou mais de R$ 2 milhões (US$ 400 mil) em gastos para a primária do Republicano Blake Moore, no 2º distrito congressional de Utah. Essas movimentações seguem o que um porta-voz do Fairshake descreveu como o “maior gasto do ciclo” no segundo turno da primária do Alabama na semana anterior, que resultou na vitória do Republicano Barry Moore após o PAC injetar mais de R$ 60 milhões (US$ 12 milhões) em publicidade. Complementando a estratégia, o Fellowship PAC, apoiado por R$ 55 milhões (US$ 11 milhões) da Cantor Fitzgerald e Anchorage, declarou gastos de R$ 1,5 milhão (US$ 300 mil) em apoio à candidatura de Torres em Nova York.</p>
<h2>Entenda o movimento</h2>
<ul>
<li><strong>Mobilização Política da Criptoindústria:</strong> Comitês de Ação Política (PACs), financiados pelo setor de criptoativos, direcionaram milhões de reais para campanhas de primárias em diversos estados americanos. O objetivo é claro: eleger candidatos alinhados com os interesses da indústria e pavimentar o caminho para uma regulamentação mais favorável.</li>
<li><strong>Impacto Legislativo e de Mercado:</strong> Esse volume de recursos busca influenciar diretamente a composição do Congresso americano até 2027. Ao garantir a eleição de legisladores simpáticos à causa, o setor de criptomoedas, blockchain e Web3 espera assegurar um ambiente regulatório que estimule a inovação e o crescimento, mitigando riscos de legislações restritivas.</li>
<li><strong>Estratégia Contínua e Próximos Passos:</strong> O movimento observado nas primárias de Maryland, Nova York e Utah é parte de uma estratégia de longo prazo. Em 2024, o Fairshake e seus afiliados já haviam aplicado R$ 50 milhões (US$ 10 milhões) na corrida para o Senado no Arizona (Ruben Gallego) e R$ 10,5 milhões (US$ 2,1 milhões) para a Representante Democrata Yadira Caraveo no 8º distrito do Colorado. As próximas primárias em Colorado (30 de junho) e Arizona (21 de julho) são vistas como os próximos focos de atenção para esses comitês.</li>
</ul>
<p>Com as primárias em três estados americanos a serem decididas nesta terça-feira, o olhar do setor de criptoativos se volta para Colorado e Arizona, que realizarão seus pleitos nos dias 30 de junho e 21 de julho, respectivamente. Embora nenhum PAC tenha divulgado gastos significativos para as corridas congressionais nesses dois estados até o momento, a expectativa é de que a Fairshake e outros comitês pró-cripto mantenham sua estratégia de forte investimento, consolidando a crescente influência do segmento no cenário político americano.</p>
<p><strong>Hashtags:</strong> #York #Maryland #Utah #Hold #Primaries #Crypto #PAC #Money #Hanging #Voters #GranaBit #Cripto #Bitcoin #Blockchain #Web3</p>
<hr>
<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/us-state-primaries-crypto-pac-money-candidates?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DeFi: Exploração de Jaredfromsubway; Filipinas apoia Ativos Reais.</title>
		<link>https://granabit.com.br/defi-exploracao-de-jaredfromsubway-filipinas-apoia-ativos-reais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 08:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos mais notórios bots de arbitragem MEV (Maximal Extractable Value) da rede Ethereum, o Jaredfromsubway.eth, foi alvo de um ataque sofisticado, resultando na drenagem de mais de R$ 37,5 milhões (US$ 7,5 milhões) em criptoativos. O incidente, que teria sido planejado por semanas, ressalta a vulnerabilidade até mesmo dos sistemas automatizados mais lucrativos. Paralelamente, ... <a title="DeFi: Exploração de Jaredfromsubway; Filipinas apoia Ativos Reais." class="read-more" href="https://granabit.com.br/defi-exploracao-de-jaredfromsubway-filipinas-apoia-ativos-reais/" aria-label="Read more about DeFi: Exploração de Jaredfromsubway; Filipinas apoia Ativos Reais.">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um dos mais notórios bots de arbitragem MEV (Maximal Extractable Value) da rede Ethereum, o Jaredfromsubway.eth, foi alvo de um ataque sofisticado, resultando na drenagem de mais de R$ 37,5 milhões (US$ 7,5 milhões) em criptoativos. O incidente, que teria sido planejado por semanas, ressalta a vulnerabilidade até mesmo dos sistemas automatizados mais lucrativos. Paralelamente, nas Filipinas, a reguladora de valores mobiliários sinalizou sua prontidão para abraçar a tokenização de ativos do mundo real (RWA), apontando para uma possível revolução nos mercados de capitais locais.</strong></p>
<p>O ataque ao Jaredfromsubway.eth, ocorrido no último sábado, é um revés significativo para um programa que acumulou centenas de milhões de dólares ao longo dos anos por meio de suas operações automatizadas. Segundo a empresa de segurança Blockaid, o golpe se deu quando contratos controlados pelos atacantes conseguiram ludibriar o sistema de execução automatizado de MEV do bot, fazendo-o conceder aprovações de tokens que foram posteriormente utilizadas para esvaziar os fundos.</p>
<p>Raz Niv, diretor de tecnologia da Blockaid, descreveu o ocorrido como um &#8220;ataque honeypot (armadilha) contra-MEV&#8221;, visando especificamente a lógica de tomada de decisão automatizada e de mínima confiança utilizada por esses bots. Bots de MEV são programas que monitoram transações não confirmadas em redes blockchain e manipulam a ordem delas para extrair lucro, um fenômeno muitas vezes descrito como um &#8220;imposto invisível&#8221; sobre usuários de finanças descentralizadas (DeFi). Pesquisas anteriores do Cointelegraph indicaram que os chamados &#8220;ataques sanduíche&#8221; no Ethereum, que exploram a ordem das transações, geraram cerca de R$ 300 milhões (US$ 60 milhões) em perdas anuais para traders. Entre novembro de 2024 e outubro de 2025, estimava-se que 60 mil a 90 mil desses ataques ocorriam mensalmente, com aproximadamente 70% deles associados ao Jaredfromsubway.eth.</p>
<h2>Entenda o movimento</h2>
<ul>
<li><strong>O &#8220;Sanduíche&#8221; Virou:</strong> O bot Jaredfromsubway.eth, conhecido por orquestrar inúmeros &#8220;ataques sanduíche&#8221; (onde transações são inseridas antes e depois de uma transação de usuário para manipular preços e lucrar), foi ele próprio vítima de uma exploração complexa, perdendo R$ 37,5 milhões em um ataque de &#8220;honeypot&#8221; que explorou suas automações.</li>
<li><strong>Filipinas Abraça Ativos Digitais:</strong> A Comissão de Valores Mobiliários das Filipinas (SEC) manifestou estar pronta para a tokenização de ativos do mundo real (RWA), uma medida vista como capaz de impulsionar a inovação e oferecer novas opções de investimento legítimas, especialmente para os trabalhadores filipinos no exterior (OFWs), combatendo golpes.</li>
<li><strong>Cenários Contrastantes:</strong> Enquanto o setor cripto vê a sofisticação dos ataques e a vulnerabilidade de sistemas automatizados de grande escala, como o incidente com o Jaredfromsubway.eth, por outro lado, há o avanço regulatório em países como as Filipinas, que buscam integrar a tecnologia blockchain nos mercados financeiros de forma segura e benéfica para seus cidadãos.</li>
</ul>
<p>Enquanto a segurança de sistemas automatizados no espaço cripto é questionada, as Filipinas avançam na regulamentação. Em seu discurso na Philippine Blockchain Week 2026, Rogelio Quevedo, comissário da SEC filipina, afirmou que a agência está &#8220;totalmente convencida de que temos a lei adequada e a mentalidade e formação regulatória corretas&#8221; para aceitar a tokenização de ativos. Para Quevedo, essa tecnologia pode estimular a inovação nos mercados de capitais e &#8220;revolucionar&#8221; as bolsas de valores. Em entrevista posterior, ele explicou que produtos de investimento tokenizados poderiam oferecer mais opções legítimas para os trabalhadores filipinos que vivem no exterior (OFWs), que muitas vezes têm capital, mas não sabem onde investir, tornando-os alvos de golpes.</p>
<p>Ainda na pauta de proteção, Quevedo mencionou o uso de inteligência artificial pela SEC para combater golpes fraudulentos, em colaboração com plataformas como Google e TikTok para remover ofertas de investimento ilegais. Essas declarações posicionam a tokenização regulamentada não apenas como uma inovação para os mercados de capitais, mas também como uma ferramenta crucial de proteção ao investidor nas Filipinas, onde as autoridades têm atuado contra plataformas de investimento não registradas.</p>
<p>O cenário atual das criptomoedas demonstra um contraste entre a constante batalha contra vulnerabilidades e ataques sofisticados em protocolos e a crescente adoção institucional e regulatória. Enquanto incidentes como o do Jaredfromsubway.eth servem como lembretes da necessidade de segurança robusta, movimentos como o das Filipinas indicam um futuro onde a tecnologia blockchain pode ser integrada de forma mais ampla e regulada, buscando equilíbrio entre inovação e proteção.</p>
<p><strong>Hashtags:</strong> #Crypto #Today #Jaredfromsubway #exploited #Philippines #backs #RWAs #GranaBit #Cripto #Bitcoin #Blockchain #Web3</p>
<hr>
<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/what-happened-in-crypto-today?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pudgy Penguins lança cards colecionáveis na Target, além de NFTs</title>
		<link>https://granabit.com.br/pudgy-penguins-lanca-cards-colecionaveis-na-target-alem-de-nfts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 14:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de tokens não fungíveis (NFTs) Pudgy Penguins expandiu significativamente seu alcance no varejo físico, levando seu popular jogo de cartas colecionáveis para as prateleiras das lojas Target em todo os Estados Unidos. Este movimento marca a maior incursão da marca no mercado de consumo tradicional até o momento. A nova coleção, batizada de ... <a title="Pudgy Penguins lança cards colecionáveis na Target, além de NFTs" class="read-more" href="https://granabit.com.br/pudgy-penguins-lanca-cards-colecionaveis-na-target-alem-de-nfts/" aria-label="Read more about Pudgy Penguins lança cards colecionáveis na Target, além de NFTs">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O projeto de tokens não fungíveis (NFTs) Pudgy Penguins expandiu significativamente seu alcance no varejo físico, levando seu popular jogo de cartas colecionáveis para as prateleiras das lojas Target em todo os Estados Unidos. Este movimento marca a maior incursão da marca no mercado de consumo tradicional até o momento.</strong></p>
<p>A nova coleção, batizada de &#8220;Vibes Série 3&#8221;, introduz um volume adicional de 15 milhões de cards no mercado, elevando o total de cartas em circulação do jogo. O conjunto recém-lançado traz inovações como novas mecânicas de jogo, ilustrações originais e até mesmo a participação de personagens da aclamada coleção Moonbirds, adicionando um elemento de colaboração ao universo Pudgy Penguins.</p>
<p>Desenvolvida em parceria com a Orange Cap Games, a &#8220;Vibes Série 3&#8221; segue o sucesso de duas edições anteriores, consolidando a estratégia da marca. Atualmente, Pudgy Penguins figura como a quarta maior coleção de NFTs (tokens não fungíveis, ativos digitais únicos e verificáveis em blockchain) em valor de mercado, conforme dados do rastreador NFT Price Floor. Este avanço estratégico sinaliza a intenção do projeto de transformar sua propriedade intelectual (IP) digital em uma marca de entretenimento abrangente, expandindo-se para além dos ativos puramente digitais.</p>
<h2>Entenda o movimento</h2>
<ul>
<li><strong>Expansão Estratégica no Varejo:</strong> O Pudgy Penguins está elevando seu jogo de cartas colecionáveis, a série &#8220;Vibes&#8221;, para as prateleiras de uma das maiores redes de varejo dos EUA, a Target. Essa é a terceira edição do jogo, representando um passo ousado para levar um produto derivado de uma coleção de NFTs para um público mais amplo e tradicional.</li>
<li><strong>Impacto no Mercado de Web3:</strong> A iniciativa demonstra uma tendência crescente no ecossistema Web3 (a próxima geração da internet descentralizada) de transpor o valor de marcas digitais para produtos físicos. Ao invés de se limitar ao ambiente online, projetos como o Pudgy Penguins buscam construir franquias de entretenimento multifacetadas, integrando a inovação da blockchain com o consumo diário e expandindo as formas como as comunidades digitais interagem com suas marcas favoritas.</li>
<li><strong>Crescimento Consistente e Diversificação:</strong> Esta não é a primeira incursão do Pudgy Penguins no varejo físico. Em 2023, seus brinquedos já haviam chegado a mais de 2.000 lojas da Walmart. Em maio de 2024, Luca Netz, CEO da Pudgy Penguins, revelou que mais de um milhão de brinquedos foram vendidos nos 12 meses anteriores. Além disso, o projeto possui um modelo de licenciamento inovador, no qual os detentores de NFTs podem receber 5% da receita líquida de produtos físicos que apresentem seus pinguins individuais. No setor de games, após o lançamento de &#8220;Pengu Clash&#8221; (2025) na The Open Network e o jogo mobile &#8220;Pudgy Party&#8221; (agosto de 2025), que superou um milhão de downloads, a empresa decidiu focar seus recursos no desenvolvimento de um novo jogo baseado em navegador, o &#8220;Pudgy World&#8221;, descontinuando o &#8220;Pudgy Party&#8221;.</li>
</ul>
<p>A trajetória da Pudgy Penguins reflete as complexidades e as vastas oportunidades na convergência do universo Web3 com os mercados de consumo tradicionais. Ao apostar no licenciamento, na presença física em grandes varejistas e na diversificação para o setor de jogos, a marca busca solidificar-se como uma franquia de entretenimento robusta, desafiando a percepção de que os projetos de NFTs se restringem apenas ao ambiente digital. O desafio atual é equilibrar o engajamento de sua comunidade online com a atração de novos consumidores no varejo convencional.</p>
<p><strong>Hashtags:</strong> #Pudgy #Penguins #Pushes #NFTs #Target #Card #Launch #GranaBit #Cripto #Bitcoin #Blockchain #Web3</p>
<hr>
<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/pudgy-penguins-expands-retail-footprint-with-target-trading-card-rollout?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
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		<title>Mercados de Previsão: Proposta proíbe insider trading, exclui Casa Branca.</title>
		<link>https://granabit.com.br/mercados-de-previsao-proposta-proibe-insider-trading-exclui-casa-branca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 20:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Um projeto de lei foi apresentado nos Estados Unidos para coibir apostas em mercados de previsão por membros do Congresso, seus cônjuges e filhos dependentes. A proposta, introduzida pelo deputado Bryan Steil, visa evitar conflitos de interesse relacionados a políticas públicas e resultados políticos, mas surpreendentemente exclui altos funcionários da Casa Branca. Divulgado na última ... <a title="Mercados de Previsão: Proposta proíbe insider trading, exclui Casa Branca." class="read-more" href="https://granabit.com.br/mercados-de-previsao-proposta-proibe-insider-trading-exclui-casa-branca/" aria-label="Read more about Mercados de Previsão: Proposta proíbe insider trading, exclui Casa Branca.">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um projeto de lei foi apresentado nos Estados Unidos para coibir apostas em mercados de previsão por membros do Congresso, seus cônjuges e filhos dependentes. A proposta, introduzida pelo deputado Bryan Steil, visa evitar conflitos de interesse relacionados a políticas públicas e resultados políticos, mas surpreendentemente exclui altos funcionários da Casa Branca.</strong></p>
<p>Divulgado na última quinta-feira, o “Stop Lawmakers from Predicting Act” (Lei para Impedir Políticos de Prever) de autoria de Steil – que preside o subcomitê de ativos digitais da Câmara – estabelece que parlamentares, seus companheiros e filhos dependentes seriam impedidos de negociar contratos vinculados a políticas em plataformas de mercados de previsão, como Kalshi e Polymarket. Para aqueles que descumprirem a norma, a penalidade seria uma multa de R$ 10.000,00 ou 10% do valor da aposta proibida, o que for maior. O texto proíbe especificamente apostas em políticas e ações governamentais, bem como em “resultados políticos”, incluindo eleições. No entanto, não veda o uso dessas plataformas para outras apostas ou eventos esportivos.</p>
<p>O projeto de Steil representa mais um esforço no Congresso para combater o uso de informações privilegiadas (<em>insider information</em>) em mercados de previsão por parte de legisladores. O debate ganhou força após o caso de um militar que teria lucrado mais de R$ 2.000.000,00 apostando na remoção do então presidente venezuelano Nicolás Maduro, deposto por forças dos EUA em janeiro. A exclusão de funcionários da Casa Branca do escopo do projeto de lei levanta questionamentos, especialmente porque o filho do ex-presidente Donald Trump, Donald Trump Jr., atua como conselheiro estratégico tanto da Kalshi quanto da Polymarket. Esta última foi, inclusive, patrocinadora de um evento UFC realizado na Casa Branca no último domingo. Se aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente, o projeto de lei entraria em vigor 180 dias após sua promulgação.</p>
<h2>Entenda a polêmica dos mercados de previsão</h2>
<ul>
<li>O projeto de lei “Stop Lawmakers from Predicting Act” visa proibir membros do Congresso dos EUA, seus cônjuges e filhos de fazer apostas em plataformas como Kalshi e Polymarket sobre políticas governamentais e resultados políticos, impondo multas em caso de descumprimento.</li>
<li>A medida busca aumentar a transparência e evitar o uso de informações internas para lucro pessoal, um tema de crescente preocupação pública, especialmente após casos de apostas com resultados supostamente beneficiados por dados privilegiados.</li>
<li>A proposta se insere em um contexto mais amplo de batalha regulatória. A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC), sob a gestão de Michael Selig e com apoio do ex-presidente Donald Trump, tem argumentado que possui jurisdição exclusiva sobre esses mercados. A agência federal classifica os contratos de eventos (<em>event contracts</em>) como &#8220;swaps&#8221; (contratos de troca) e não como meras apostas, buscando regulá-los sob a Lei de Bolsas de Commodities (<em>Commodity Exchange Act</em>). A CFTC já moveu diversas ações judiciais contra autoridades estaduais que tentaram restringir ou banir tais plataformas, e a disputa legal pode, segundo especialistas, escalar até a Suprema Corte.</li>
</ul>
<p>Enquanto o Congresso debate as restrições sobre quem pode ou não participar desses mercados, a luta pela regulamentação dos mercados de previsão continua em níveis federais e estaduais, com um futuro incerto para a definição de sua natureza jurídica e fiscalização.</p>
<p><strong>Hashtags:</strong> #Republican #Lawmaker #Proposes #Prediction #Markets #Insider #Trading #Ban #Including #White #House #Officials #GranaBit #Cripto #Bitcoin #Blockchain #Web3</p>
<hr>
<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/prediction-markets-law-white-house-officials?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
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		<title>FTX: Esposa de Salame enfrentará acusações de finanças políticas.</title>
		<link>https://granabit.com.br/ftx-esposa-de-salame-enfrentara-acusacoes-de-financas-politicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 07:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Michelle Bond, esposa do ex-executivo da FTX Ryan Salame, enfrentará acusações de financiamento ilegal de campanha após a rejeição de sua defesa em um tribunal de Manhattan. A juíza negou o argumento de Bond de que promotores haviam prometido sua absolvição caso seu marido se declarasse culpado, pavimentando o caminho para um dos últimos julgamentos ... <a title="FTX: Esposa de Salame enfrentará acusações de finanças políticas." class="read-more" href="https://granabit.com.br/ftx-esposa-de-salame-enfrentara-acusacoes-de-financas-politicas/" aria-label="Read more about FTX: Esposa de Salame enfrentará acusações de finanças políticas.">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Michelle Bond, esposa do ex-executivo da FTX Ryan Salame, enfrentará acusações de financiamento ilegal de campanha após a rejeição de sua defesa em um tribunal de Manhattan. A juíza negou o argumento de Bond de que promotores haviam prometido sua absolvição caso seu marido se declarasse culpado, pavimentando o caminho para um dos últimos julgamentos criminais relacionados ao colapso da FTX.</strong></p>
<p>A decisão foi proferida pelo juiz federal George Daniels, que, na última quarta-feira, indeferiu o pedido de Michelle Bond para arquivar a acusação formal contra ela. Bond é investigada por supostamente ter recebido fundos da agora falida corretora de criptomoedas FTX para financiar ilegalmente sua campanha ao Congresso em 2022, que não obteve sucesso.</p>
<p>A defesa de Bond argumentava que a então procuradora dos EUA em Manhattan, Danielle Sassoon, teria sinalizado, em uma reunião de 2023, que os aspectos da investigação relacionados a Ryan Salame seriam encerrados se ele se declarasse culpado, sem fazer promessas explícitas fora do acordo. No entanto, o juiz Daniels foi categórico ao afirmar que não havia “ambiguidade” nos termos do acordo de confissão de Salame. “Como as provas deixaram claro, todas as partes, incluindo os réus e seus advogados, estavam cientes de que o governo não havia prometido imunidade a Bond quando Salame fez seu acordo”, escreveu o juiz, destacando que a própria ex-advogada de Bond admitiu, sob juramento, não ter acreditado que a declaração fosse uma promessa na época.</p>
<h2>Entenda o movimento</h2>
<ul>
<li>A decisão do juiz George Daniels, de Manhattan, abre caminho para o julgamento de Michelle Bond, rejeitando sua alegação de imunidade em troca do acordo de confissão (delação premiada) de seu marido, Ryan Salame.</li>
<li>O caso de Bond se insere no contexto do megaescândalo da FTX, cuja implosão em 2022 chocou o mercado de criptomoedas globalmente. Ryan Salame, que foi co-CEO da subsidiária da FTX nas Bahamas, FTX Digital Markets, já foi condenado a sete anos e meio de prisão em maio de 2024, após se declarar culpado por conspirar para fazer contribuições políticas ilegais e operar uma transmissora de dinheiro irregular.</li>
<li>As acusações contra Michelle Bond, formalizadas em agosto de 2024, detalham que, após o lançamento de sua candidatura em 2022, Salame teria orquestrado um contrato de consultoria entre Bond e a FTX, resultando em um pagamento de R$ 2 milhões (equivalente a US$ 400 mil). Além disso, Salame teria transferido centenas de milhares de reais adicionais para ela entre junho e agosto de 2022, supostamente para fins eleitorais. Bond é acusada de conspirar para causar contribuições políticas ilegais, causar e receber doações de &#8220;laranja&#8221;, e aceitar contribuições excessivas e corporativas ilegais, com cada uma das quatro acusações podendo render até cinco anos de prisão.</li>
</ul>
<p>Com a negativa do arquivamento, o processo contra Michelle Bond poderá prosseguir, e o desdobramento deste caso pode ser o desfecho judicial de um dos maiores colapsos corporativos e de um dos mais significativos escândalos de financiamento de campanha na história recente do setor cripto. A situação atual posiciona Bond diante de um julgamento que busca fechar mais um capítulo da complexa teia de crimes financeiros associados à FTX.</p>
<p><strong>Hashtags:</strong> #Wife #FTX #Exec #Salame #Face #Campaign #Finance #Charges #GranaBit #Cripto #Bitcoin #Blockchain #Web3</p>
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<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/ryan-salames-wife-to-face-charges-over-ftx-funded-congressional-run?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
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		<title>Crypto: Atualizações Legais da Semana nos Tribunais</title>
		<link>https://granabit.com.br/crypto-atualizacoes-legais-da-semana-nos-tribunais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça dos Estados Unidos continua a impor sua presença no ecossistema cripto, com promotores federais propondo um novo julgamento para o cofundador do Tornado Cash, Roman Storm, previsto para o final de 2026. Simultaneamente, o ex-CEO da Celsius, Alex Mashinsky, aguarda uma decisão sobre seu pedido de anulação de sentença, enquanto um militar americano ... <a title="Crypto: Atualizações Legais da Semana nos Tribunais" class="read-more" href="https://granabit.com.br/crypto-atualizacoes-legais-da-semana-nos-tribunais/" aria-label="Read more about Crypto: Atualizações Legais da Semana nos Tribunais">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Justiça dos Estados Unidos continua a impor sua presença no ecossistema cripto, com promotores federais propondo um novo julgamento para o cofundador do Tornado Cash, Roman Storm, previsto para o final de 2026. Simultaneamente, o ex-CEO da Celsius, Alex Mashinsky, aguarda uma decisão sobre seu pedido de anulação de sentença, enquanto um militar americano enfrenta acusações de insider trading envolvendo um mercado de previsões.</strong></p>
<p>Os últimos desenvolvimentos nos tribunais de Nova York sinalizam uma fase intensa de escrutínio regulatório e jurídico sobre figuras proeminentes e tecnologias do setor de ativos digitais. A proposta de agendamento para Roman Storm, feita na última segunda-feira, sugere que uma audiência pré-julgamento final ocorreria em 20 de outubro de 2026, com o início potencial do julgamento para as acusações restantes de conspiração para lavagem de dinheiro e conspiração para violar sanções logo em seguida, em outubro ou novembro do mesmo ano.</p>
<p>Storm, que já foi considerado culpado em uma das três acusações relacionadas à transmissão ilegal de dinheiro, viu o júri dividido quanto aos outros dois pontos. Este caso é acompanhado de perto pela indústria cripto, dada a preocupação com as implicações para desenvolvedores que poderiam ser responsabilizados criminalmente pelo código que escrevem. A timeline ainda está sujeita à decisão do tribunal sobre um pedido de absolvição das acusações pendentes, apresentado pela defesa de Storm.</p>
<p>Em outro front jurídico, Alex Mashinsky, ex-CEO da plataforma de empréstimos Celsius, pode ter uma resposta antes do final do ano sobre seu movimento para anular sua sentença de 12 anos de prisão. O juiz John Koeltl, do Tribunal Distrital do Sul de Nova York (SDNY), concedeu aos promotores um prazo de 60 dias — até meados de agosto — para responder ao pedido de Mashinsky. Ele mesmo optou por representar-se na tentativa de reverter a condenação que o levou à prisão federal em maio passado.</p>
<p>Mashinsky, outrora uma das figuras mais reconhecidas do setor, foi indiciado em 2023, junto com Roni Cohen-Pavon, por acusações de fraude e manipulação de mercado. A Celsius havia declarado falência em 2022, em meio à turbulência do mercado cripto que culminou no colapso de grandes plataformas como FTX e Voyager Digital. Como parte de sua condenação, Mashinsky foi ordenado a pagar US$ 48 milhões (equivalente a R$ 240 milhões) em confisco, enquanto Cohen-Pavon, embora tenha recebido pena equivalente ao tempo já cumprido, foi sentenciado a pagar mais de US$ 1 milhão (R$ 5 milhões) e uma multa de US$ 40 mil (R$ 200 mil).</p>
<h2>Entenda o movimento</h2>
<ul>
<li><strong>Casos de alto perfil:</strong> A justiça americana está focada em três casos relevantes para o mercado cripto: o potencial novo julgamento do cofundador do Tornado Cash, Roman Storm, por acusações de lavagem de dinheiro; o pedido de Alex Mashinsky, ex-CEO da Celsius, para anular sua sentença de 12 anos; e o julgamento do militar Gannon Ken Van Dyke por insider trading.</li>
<li><strong>Impacto no setor:</strong> Os desdobramentos desses casos têm amplas implicações. O julgamento de Storm pode estabelecer um precedente sobre a responsabilidade criminal de desenvolvedores por códigos descentralizados. As ações contra Mashinsky reforçam a atenção regulatória sobre fraudes e manipulações no mercado cripto. Já o caso de Van Dyke levanta questões sobre a fiscalização de mercados de previsão e a proteção de informações não públicas.</li>
<li><strong>Cenário regulatório em ascensão:</strong> Esses eventos se inserem em uma tendência crescente de rigor regulatório nos EUA, com autoridades buscando maior controle e responsabilização no volátil mercado de ativos digitais. A atenção sobre plataformas de mercados de previsão, como Polymarket, também indica um escrutínio ampliado sobre novas modalidades de investimentos e apostas com informações sensíveis.</li>
</ul>
<p>Por fim, um soldado americano, Gannon Ken Van Dyke, acusado de obter mais de US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões) em um contrato do Polymarket relacionado à captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, terá seu julgamento em dezembro de 2026. Van Dyke, que se declarou inocente de todas as acusações, teria usado informações não públicas para lucrar com a remoção de Maduro em janeiro passado.</p>
<p>Este caso tem implicações diretas para plataformas de mercados de previsão como Polymarket e Kalshi, que já enfrentam escrutínio de legisladores americanos. Estes pedem que autoridades eleitas sejam proibidas de fazer apostas em eventos que possam ser influenciados por informações classificadas ou não públicas. A sequência de processos judiciais ressalta a complexidade e a vigilância crescente sobre os ecossistemas de cripto e Web3.</p>
<p><strong>Hashtags:</strong> #OnChain #Court #Happened #Crypto #Legal #News #Week #GranaBit #Cripto #Bitcoin #Blockchain #Web3</p>
<hr>
<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/on-chain-in-court-crypto-legal-news3?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cripto PAC: US$12M em jogo na primária do Senado no Alabama</title>
		<link>https://granabit.com.br/cripto-pac-us12m-em-jogo-na-primaria-do-senado-no-alabama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Um expressivo investimento de mais de R$ 60 milhões (US$ 12,1 milhões) foi direcionado pelo comitê de ação política Defend American Jobs para impulsionar a campanha do republicano Barry Moore no estado do Alabama. A movimentação financeira maciça visa assegurar a vitória do candidato em suas etapas eleitorais. Os aportes, divulgados recentemente, dividem-se em duas ... <a title="Cripto PAC: US$12M em jogo na primária do Senado no Alabama" class="read-more" href="https://granabit.com.br/cripto-pac-us12m-em-jogo-na-primaria-do-senado-no-alabama/" aria-label="Read more about Cripto PAC: US$12M em jogo na primária do Senado no Alabama">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um expressivo investimento de mais de R$ 60 milhões (US$ 12,1 milhões) foi direcionado pelo comitê de ação política Defend American Jobs para impulsionar a campanha do republicano Barry Moore no estado do Alabama. A movimentação financeira maciça visa assegurar a vitória do candidato em suas etapas eleitorais.</strong></p>
<p>Os aportes, divulgados recentemente, dividem-se em duas fases cruciais da corrida eleitoral. A maior parte, cerca de R$ 37 milhões (US$ 7,4 milhões), foi desembolsada em campanhas de mídia antes das primárias de 20 de maio em Alabama. Mais recentemente, outros R$ 23,5 milhões (US$ 4,7 milhões) foram investidos na reta final, visando os eleitores antes do segundo turno, realizado nesta terça-feira.</p>
<p>A intensa injeção de capital por parte do Defend American Jobs – um <em>Political Action Committee</em> (PAC), ou Comitê de Ação Política, em tradução livre – reflete a relevância da disputa eleitoral no Alabama e o peso que esses grupos têm na definição de candidaturas. Tais organizações atuam na captação e aplicação de recursos para influenciar resultados, principalmente através de campanhas de mídia, como visto no apoio a Moore.</p>
<h2>Entenda o movimento</h2>
<ul>
<li>O Comitê de Ação Política Defend American Jobs realizou um investimento total de R$ 60,5 milhões (US$ 12,1 milhões) em favor do candidato republicano Barry Moore. Esse montante foi aplicado em campanhas de mídia, buscando influenciar os eleitores tanto nas primárias de 20 de maio quanto no segundo turno das eleições no Alabama.</li>
<li>A magnitude do aporte financeiro sublinha o papel estratégico e a crescente influência dos PACs no cenário político dos Estados Unidos. Tais investimentos em publicidade e comunicação podem moldar significativamente a percepção pública e, consequentemente, os resultados eleitorais, especialmente em disputas internas de partidos como as primárias.</li>
<li>Este tipo de movimentação financeira intensa não é incomum em disputas primárias nos EUA, onde o custo das campanhas tende a ser elevado. No entanto, o volume de recursos direcionados por um único grupo reflete a polarização e a importância de cada assento no Congresso, bem como a determinação de certas facções em garantir seus representantes.</li>
</ul>
<p>A injeção robusta de capital pelo Defend American Jobs na campanha de Barry Moore ilustra, portanto, a dinâmica financeira que permeia as eleições americanas. Longe de ser um evento isolado, tal mobilização de recursos por comitês de ação política é uma constante no panorama eleitoral, atuando como um barômetro do interesse e da força de grupos externos na definição dos rumos políticos do país.</p>
<p><strong>Hashtags:</strong> #Crypto #PAC #12M #stake #Senate #primary #runoff #Alabama #voters #polls #GranaBit #Cripto #Bitcoin #Blockchain #Web3</p>
<hr>
<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/crypto-pac-fairshake-senate-primary-alabama-voters?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Stablecoins: Trump Crypto Company financiará bônus para lutadores UFC</title>
		<link>https://granabit.com.br/stablecoins-trump-crypto-company-financiara-bonus-para-lutadores-ufc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GranaBit - Redação feita por IA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 01:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto & Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Lutadores que participaram de um evento do Ultimate Fighting Championship (UFC) realizado no gramado da Casa Branca no último domingo receberam bônus em USD1, a stablecoin (criptomoeda estável atrelada ao dólar) emitida pela World Liberty Financial, empresa de criptoativos ligada à família do presidente Donald Trump. A notícia reacende debates sobre possíveis conflitos de interesse ... <a title="Stablecoins: Trump Crypto Company financiará bônus para lutadores UFC" class="read-more" href="https://granabit.com.br/stablecoins-trump-crypto-company-financiara-bonus-para-lutadores-ufc/" aria-label="Read more about Stablecoins: Trump Crypto Company financiará bônus para lutadores UFC">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lutadores que participaram de um evento do Ultimate Fighting Championship (UFC) realizado no gramado da Casa Branca no último domingo receberam bônus em USD1, a <em>stablecoin</em> (criptomoeda estável atrelada ao dólar) emitida pela World Liberty Financial, empresa de criptoativos ligada à família do presidente Donald Trump. A notícia reacende debates sobre possíveis conflitos de interesse envolvendo a administração e negócios privados do mandatário americano.</strong></p>
<p>A World Liberty Financial, empresa de criptoativos que pertence à família Trump, confirmou na segunda-feira que o UFC destinaria até R$ 1,25 milhão (equivalente a US$ 250 mil) em bônus para os lutadores, pagos em USD1. A <em>stablecoin</em>, que passou a maior parte do último mês negociando abaixo do seu valor de paridade com o dólar, registrou um salto acima de US$ 1 em 12 de junho, mantendo-se nesse nível. Dados do CoinMarketCap (plataforma de dados de criptomoedas) indicaram um aumento de mais de 93% no volume de negociação nas 24 horas seguintes, alcançando R$ 11,9 bilhões (US$ 2,38 bilhões).</p>
<p>O evento “UFC Freedom 250”, parte das celebrações do semiquincentenário (250º aniversário) do país, foi duramente criticado por muitos congressistas devido ao seu custo estimado em R$ 300 milhões (US$ 60 milhões). Além da World Liberty, a empresa de mercados de previsão Polymarket e a corretora de criptomoedas Crypto.com também patrocinaram o evento. A Crypto.com, por sua vez, ofereceu R$ 5 milhões (US$ 1 milhão) em bônus para os lutadores, pagos em seu próprio token, o Cronos (CRO).</p>
<p>Lançada em 2024 por membros da família Trump e indivíduos posteriormente ligados à sua administração, a World Liberty tem sido alvo de controvérsias e acusações de corrupção direcionadas ao presidente. Em maio de 2025, uma empresa dos Emirados Árabes Unidos anunciou planos de usar a <em>stablecoin</em> USD1 para liquidar um investimento de R$ 10 bilhões (US$ 2 bilhões) na Binance. Adicionalmente, a World Liberty possui um pedido pendente junto ao Office of the Comptroller of the Currency (OCC) dos EUA para obter uma licença bancária nacional (<em>national trust charter</em>).</p>
<p>Declarações financeiras de Trump, apresentadas em janeiro de 2025, indicam que suas participações na World Liberty valiam mais de R$ 250 milhões (US$ 50 milhões). No ano anterior, o presidente sancionou a lei GENIUS Act, que estabelece um arcabouço regulatório para <em>stablecoins</em> nos EUA. Essa medida também gerou críticas de muitos legisladores democratas, que apontaram potenciais conflitos de interesse.</p>
<p>Jaelin O’Halloran, porta-voz do Comitê Nacional Democrata, reagiu ao anúncio do UFC com veemência. “Parece não haver limites para o autoenriquecimento de Donald Trump”, afirmou O’Halloran. “Trump nunca perde uma oportunidade de usar o poder da presidência para tornar a si mesmo e sua família ainda mais ricos.” Em resposta, Davis Ingle, porta-voz da Casa Branca, declarou ao Cointelegraph que “não há conflitos de interesse”, explicando que os ativos de Trump “estão em um fundo gerido por seus filhos”.</p>
<h2>Entenda o movimento</h2>
<ul>
<li>O pagamento de bônus do UFC em USD1, a <em>stablecoin</em> da World Liberty Financial, gerou um debate acalorado sobre a confluência de política e finanças digitais, especialmente com a empresa ligada diretamente à família do presidente Donald Trump.</li>
<li>No mercado de criptoativos, a notícia impulsionou o valor do USD1 acima de sua paridade com o dólar e elevou significativamente seu volume de negociação. Isso ocorre em um momento de crescente escrutínio regulatório sobre as <em>stablecoins</em> e a necessidade de clareza quanto à sua estabilidade e lastro.</li>
<li>O caso se insere em um contexto mais amplo de esforços para regulamentar as <em>stablecoins</em> nos EUA, um tema impulsionado pela própria administração Trump com a sanção do GENIUS Act. No entanto, a ligação direta entre a empresa emissora da <em>stablecoin</em> e a família presidencial intensifica as discussões sobre transparência e ética em transações financeiras envolvendo figuras políticas de alto escalão.</li>
</ul>
<p>A polêmica em torno da World Liberty Financial não se limita a questões políticas. Em abril, Justin Sun, fundador da blockchain Tron, apoiador de Trump e um dos maiores detentores do token meme TRUMP, processou a empresa, alegando que seus tokens foram congelados e ameaçados de destruição “sem qualquer justificativa adequada”. A World Liberty, por sua vez, abriu um processo contra Sun semanas depois. Apesar do embate jurídico, Sun reiterou seu apoio a Trump e às políticas pró-cripto de sua administração. O cenário aponta para uma complexa interação entre o poder político, o mercado de criptoativos e disputas empresariais, com os olhos do mercado e da opinião pública voltados para os próximos desenvolvimentos.</p>
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<p><em><strong>Isenção de Responsabilidade:</strong> O GranaBit não fornece conselhos de investimento. Todo investimento em criptoativos envolve riscos. O conteúdo acima é meramente informativo.</em></p>
<p><small>Fonte: <a href="https://cointelegraph.com/news/donald-trump-crypto-company-ufc-fighter-bonuses-usd1-stablecoins?utm_source=rss_feed&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rss_partner_inbound" rel="nofollow noopener" target="_blank">cointelegraph.com</a> (Adaptação: GranaBit)</small></p>
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