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PS5: Os Jogos de 2025 Que Você PRECISA Jogar!

29/12/2025 8 min GranaBit - Redação feita por IA

Explicado em 3 pontos

  • Sejam bem-vindos à nossa análise detalhada das tendências e dos lançamentos que agitaram o universo PlayStation em 2025.
  • Preparem os joysticks e o café, porque o papo aqui é geek, opinativo e cheio de detalhes suculentos!
  • Em uma era cada vez mais focada na "inclusividade" dos consoles – com Sony e, principalmente, Microsoft trazendo seus exclusivos para outras plataformas –,...

E aí, galera do GranaBit! Sejam bem-vindos à nossa análise detalhada das tendências e dos lançamentos que agitaram o universo PlayStation em 2025. Preparem os joysticks e o café, porque o papo aqui é geek, opinativo e cheio de detalhes suculentos!

Em uma era cada vez mais focada na “inclusividade” dos consoles – com Sony e, principalmente, Microsoft trazendo seus exclusivos para outras plataformas –, fica cada vez mais difícil destacar jogos que fazem um console brilhar sozinho. Convenhamos, os top-performers ano após ano, tanto no PlayStation quanto no Xbox, são lançamentos multiplataforma, e muitas vezes os melhores jogos do ano, como o GOTY de 2025, Clair Obscur: Expedition 33, que também foi lançado em (quase) tudo que é canto. (Como sempre, a Nintendo segue sendo a exceção à regra, né?).

Mas, enquanto as listas de “exclusivos absolutos” podem se tornar coisa do passado, a Sony ainda parece empenhada em entregar experiências de alta qualidade. E em 2025, ela acertou em cheio com um hardware ambicioso e uma leva de games que nos deixaram vidrados.


PlayStation Portal: Inovação no Bolso?

Se a exclusividade de software está seguindo o caminho do negócio de consoles da Sega (saudades, Dreamcast!), as fabricantes precisam de outras formas de atrair os consumidores para seus ecossistemas. Para a Microsoft, é o Game Pass; para a Sony em 2025, foi o PlayStation Portal.

A grande sacada deste ano foi uma atualização para o Portal que finalmente enables cloud streaming (permite a transmissão de jogos via nuvem), transformando o dispositivo em um must-have para qualquer casa com um PlayStation.

Design

Para quem ainda não conhece, o PlayStation Portal é basicamente um Display (tela) de 8 polegadas Full HD no centro de um controle DualSense dividido ao meio. Ele é ergonômico e visualmente integrado ao ecossistema PlayStation 5, com os mesmos botões, gatilhos adaptáveis e feedback háptico que amamos no DualSense. A ideia inicial era ser um “Remote Player”, ou seja, um acessório que permitia jogar remotamente o que estava rodando no seu PS5 em casa, via Wi-Fi. Um conceito legal, mas que dependia muito da sua rede doméstica e da proximidade do console.

Performance

O pulo do gato em 2025 foi a capacidade de cloud streaming (transmissão via nuvem). Antes, o Portal era um espelho do seu PS5. Agora, com a atualização, ele pode rodar jogos diretamente da nuvem, sem a necessidade de o seu PS5 estar ligado ou na mesma rede. Isso, meus amigos, é um divisor de águas! Por US$ 200 (cerca de R$ 1.200, em conversão direta, sem impostos), que é mais ou menos metade do preço de um PS5, você essencialmente tem um “segundo console” capaz de rodar uma seleção de jogos sem depender do seu hardware local.

A lista de jogos compatíveis com cloud streaming ainda não é totalmente abrangente, mas já são mais de 2.000 títulos disponíveis. Poder levar essa experiência para qualquer lugar com uma conexão decente é um literal game changer. É a Sony apostando pesado em mobilidade e acessibilidade, e nesse sentido, o Portal, com essa atualização, se tornou um produto realmente inovador para a empresa, expandindo as fronteiras do que se espera de um dispositivo portátil conectado ao PlayStation. Não é um console portátil independente como o Switch, mas sim uma extensão poderosa do ecossistema PS5.


Os Jogos que Marcaram 2025 no PlayStation

Mesmo com a onda multiplataforma, alguns títulos continuam sendo a alma do PlayStation, e 2025 nos trouxe algumas pérolas que merecem ser aplaudidas de pé!

Final Fantasy Tactics Remaster

Se você entrar em uma discussão com qualquer fã hardcore de Final Fantasy sobre os top 10 da franquia, prepare-se para horas de debate acalorado sobre as posições 2 a 10. Porque a posição número 1, invariavelmente, é Final Fantasy Tactics. Tendo finalmente jogado o jogo pela primeira vez este ano, aproveitando o remaster que a Square Enix lançou, eu finalmente entendi. Os melhores videogames são frequentemente atemporais, ao mesmo tempo em que conseguem conversar com um momento específico, e a história de Tactics faz exatamente isso.

Mas mais do que a narrativa, o brilho de Tactics está também em seu sistema de “job” expansivo, que concede aos jogadores um fascínio de divindade que é muito divertido de exercer. A classe “arithmetician” tem a capacidade de lançar qualquer feitiço aprendido no jogo instantaneamente e sem exigir mana. Para compensar a velocidade ruinosa da classe, basta emparelhá-la com um “white mage” para criar a unidade mais diabólica na história dos RPGs de estratégia. Ramza Beoulve é apenas um cara tentando salvar o mundo, e FFT me fez acreditar que ele pode, porque eu transformei sua banda de desajustados em armas nucleares ambulantes. Um clássico modernizado que mostra que a estratégia ainda tem seu lugar de honra.

Sequência de Ghost of Tsushima

A sequência de Ghost of Tsushima, da Sucker Punch, joga pelo seguro, e isso não é ruim. Não muda drasticamente as coisas, mas sim polishes the experience (aprimora a experiência). O que significa que a experiência não é tão diferente de seu antecessor — ou seja, paisagens exuberantes para explorar, muitas técnicas de combate para aprender e, uh, muitas fontes termais para banhar-se —, mas tudo parece mais finamente ajustado desta vez. Isso é especialmente verdade para a história de vingança do jogo, que é mais envolvente que a original e também dá à experiência de mundo aberto uma estrutura muito necessária. Não é inovador no conceito, mas é um exemplo de refinamento que eleva a fórmula a um novo patamar de excelência.

Sequência de Death Stranding

O Death Stranding original era tão estranho que metade da diversão era apenas tentar entender a experiência. Não tenho certeza se realmente o compreendi até quase terminar (se é que compreendi). A sequência ainda é bastante estranha, mas por se basear no jogo anterior, também é muito mais fácil de entender desde o início. Ainda é um simulador de entregas onde você percorre uma paisagem pós-apocalíptica para levar bens e pessoas onde são necessários. Mas agora o cenário mudou para a Austrália, o que significa novos elementos ambientais para lidar — olá, tempestades de areia — junto com um elenco totalmente novo de personagens esquisitos para conhecer, interpretados por gente como Elle Fanning e George Miller. Mas não se preocupem; a história ainda é tão inescrutável quanto antes! A inovação aqui reside na expansão da visão única de Hideo Kojima e na coragem de continuar apostando em uma experiência tão peculiar.

Baby Steps

Bennett Foddy, o mestre do masoquismo digital, certamente nos fez sentir a parte de “caminhar” neste elaborado “walking simulator” (simulador de caminhada). Em Baby Steps, seu trabalho é andar, e você faz isso controlando cada movimento envolvido em dar um passo, até os mínimos detalhes motores. O resultado é uma análise hilária da psicologia humana, maturidade emocional e uma nova apreciação de quão difícil é mover um corpo com nada além dos botões de DualSense trigger buttons (gatilhos do DualSense). Extremamente inovador em sua mecânica central, desafiador e incrivelmente divertido por sua singularidade.

Lumines Arise

Quando Lumines Arise foi anunciado, cometi o erro de perguntar: “Ah, é uma série ou algo assim?”, sem conhecer os dias de glória de Lumines como um peso-pesado do PSP. Meus veteranos nunca me deixaram esquecer isso, então decidi ver por mim mesmo o que era o jogo.

Lumines Arise é tipo um Evil Dr. Tetris Effect Mean Bean Machine. Mean Bean Machine porque o jogo é jogado agrupando blocos correspondentes em configurações de dois por dois. É parte Tetris Effect porque o jogo tem uma trilha sonora incrível de synth / pop-house que é sincronizada com a ação, criando uma experiência de jogo de quebra-cabeça de corpo inteiro. E “evil” porque o jogo é difícil pra caramba. Minhas habilidades como jogador de Tetris, por mais limitadas que sejam, simplesmente não se transferem para Lumines Arise. Mas! Há um estado de fluxo que consigo alcançar. Ao longo do jogo, as formas dos blocos mudarão de blocos para ovos, para relógios, o que for, e descobri que alguns padrões são mais fáceis de agrupar do que outros. É interessante e divertido descobrir quais formas tornam o jogo mais fácil para mim e quais são impossíveis de configurar. Uma experiência viciante e inovadora na forma como integra som e gameplay.


Conclusão

2025 foi um ano fascinante para a Sony. Embora a batalha pela exclusividade de software esteja cada vez mais difícil, a empresa mostrou que ainda tem cartas na manga. O PlayStation Portal, com sua atualização de cloud streaming, transforma o que era um acessório niche em uma ferramenta de mobilidade poderosa, provando que a inovação pode vir de melhorias significativas em hardwares existentes.

No campo dos jogos, a Sony e seus parceiros entregaram uma mistura de clássicos revigorados (como Final Fantasy Tactics Remaster), sequências que refinam fórmulas amadas (Ghost of Tsushima), visões artísticas singulares (Death Stranding) e propostas de gameplay radicalmente novas (Baby Steps, Lumines Arise). Isso demonstra um ecossistema PlayStation vibrante, que aposta tanto em grandes produções quanto em experiências mais autorais e ousadas.

Ainda que a “era da inclusividade” console-gaming esteja aí, a Sony em 2025 nos lembrou que a qualidade e a capacidade de inovar, seja em hardware ou software, continuam sendo seus maiores trunfos. E nós, gamers, só temos a agradecer por tanta coisa boa!

Fiquem ligados no GranaBit para mais reviews quentíssimos! Até a próxima!

Fonte: The Verge (Adaptado por GranaBit)