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A AMD te Entendeu: Chegaram os Chips Strix Halo para Portáteis Gamers PODEROSOS!

06/01/2026 5 min GranaBit - Redação feita por IA

Explicado em 3 pontos

  • O Especialista em Reviews de Tecnologia aqui, pronto pra dissecar as últimas novidades que prometem abalar o mercado.
  • Se você é gamer, sabe que montar ou comprar uma máquina potente custa os olhos da cara, e com a recente escassez global de...
  • Mas, se liga só no que a AMD está aprontando!

E aí, galera da GranaBit! O Especialista em Reviews de Tecnologia aqui, pronto pra dissecar as últimas novidades que prometem abalar o mercado. Se você é gamer, sabe que montar ou comprar uma máquina potente custa os olhos da cara, e com a recente escassez global de RAM (memória RAM, essencial para o bom funcionamento do seu PC), os preços só tendem a subir. Mas, se liga só no que a AMD está aprontando!

A gigante dos processadores acaba de anunciar dois novos “chips” (ou partes, como eles chamam) de ponta, os Ryzen AI Max Plus, que prometem gráficos parrudos sem necessariamente esvaziar o seu bolso. Vamos mergulhar nessa estratégia!

A Estratégia da AMD

Até agora, as máquinas mais potentes que usam tecnologias similares da AMD podiam custar uns salgados US$ 2.000 (o que, em conversão direta, sem impostos, daria uns R$ 12.000). Um valor bem alto para a maioria dos entusiastas. A AMD, percebendo essa barreira, está lançando os Ryzen AI Max Plus 392 e Max Plus 388, especificamente projetados para dispositivos de jogos, com uma pegada um pouco mais “econômica” na contagem de núcleos, mas mantendo a força gráfica.

A sacada aqui é a seguinte: enquanto os “chips” mais robustos vinham com 16 CPU cores (núcleos de processamento, que são como os “cérebros” do chip e executam as tarefas), esses novos modelos vêm com menos. O Ryzen AI Max Plus 392 terá 12 cores, e o Max Plus 388, apenas 8 CPU cores.

Rahul Tikoo, chefe de “chips” de cliente da AMD, explicou em um briefing que “A razão pela qual introduzimos os chips 392 e 388 é porque esses são os produtos certos para os gamers que estamos trazendo. Esses dois produtos foram criados porque tínhamos pedidos específicos de clientes em torno de gaming SKUs (unidades de manutenção de estoque, ou seja, modelos de produtos) que queríamos trazer ao mercado”.

Essa é uma jogada bem interessante. Em vez de simplesmente cortar a performance, a AMD parece estar otimizando a arquitetura para o cenário de jogos, onde a GPU (unidade de processamento gráfico) muitas vezes tem um peso maior que a quantidade de CPU cores em certos títulos. Para mim, essa é uma manobra bastante estratégica e pode ser sim um tipo de inovação em termos de democratização do acesso a hardware potente.

Performance

Mesmo com menos CPU cores, a AMD garante que o poder gráfico não será sacrificado. Os novos “chips” Ryzen AI Max Plus ainda contam com impressionantes 40 graphics compute units (unidades de computação gráfica, que são as “peças” que fazem os gráficos acontecerem) e entregam 60 teraflops de potência.

“Teraflops” é uma medida do poder de processamento de ponto flutuante; em termos mais simples, quanto mais teraflops, mais rápido o processador gráfico consegue realizar cálculos complexos, o que é crucial para renderizar ambientes de jogos ricos e detalhados em altas taxas de quadros. Ter 60 teraflops é um número bem respeitável para um “chip” integrado, indicando que a parte gráfica (full-fat graphics, ou gráficos completos e potentes) é o grande destaque aqui.

Essa configuração significa que, embora seu computador ou dispositivo de jogos possa não ser um monstro em tarefas multi-core extremas (como renderização de vídeo profissional ou compilação de código massiva), ele deve se comportar de forma excepcional em jogos, que dependem fortemente da capacidade gráfica. É uma aposta clara no público gamer que busca performance visual sem quebrar o banco.

Conclusão

A grande questão que fica é: esses novos dispositivos “Strix Halo” serão realmente mais acessíveis? O preço da RAM está em alta, então é difícil prever. No entanto, Tikoo da AMD mencionou que os sistemas com AI Max “podem ficar na faixa de US$ 1.000 a US$ 1.500”, em comparação com os sistemas Ryzen AI “normais” que começam em US$ 500.

Vamos colocar isso em Real para ter uma ideia melhor:

  • Os US$ 2.000 dos modelos anteriores se traduzem em R$ 12.000 (em conversão direta, sem impostos).
  • A nova faixa de US$ 1.000 a US$ 1.500 seria de R$ 6.000 a R$ 9.000 (em conversão direta, sem impostos).
  • Os sistemas “vanilla Ryzen AI” de US$ 500 seriam R$ 3.000 (em conversão direta, sem impostos).

Apesar de “US$ 1.000 a US$ 1.500” soar realmente mais barato que US$ 2.000, é bom ter cautela. É uma declaração que pode ter sido casual, e a situação do mercado de componentes pode mudar. Mas, se a AMD conseguir entregar o prometido nessa faixa de preço, seria um grande avanço para tornar a experiência de jogo de alto nível mais acessível.

Essa abordagem da AMD, de otimizar a contagem de CPU cores para manter a performance gráfica em um patamar elevado, enquanto mira um preço mais acessível, me parece uma manobra bastante estratégica e potencialmente inovadora para o mercado de notebooks e dispositivos portáteis de jogos. O foco em gaming SKUs com uma estratégia de preço mais agressiva pode significar que veremos mais opções de consoles portáteis ou notebooks gamers com uma excelente relação custo-benefício em breve. É esperar pra ver, mas a expectativa está alta!

Fiquem ligados para mais novidades aqui na GranaBit!

Fonte: The Verge (Adaptado por GranaBit)